A torcedora Patrícia Moreira, acusada de racismo, teve a inscrição recusada para um curso de Educação Racial e Formação Social na Central Única de Favelas (Cufa), que não quis. A garota, de 23 anos, está procurando meios de apagar a imagem ruim que ganhou por causa do episódio envolvendo o goleiro do Santos, quando ela o chamou de “macaco”, durante um jogo. A recusa na inscrição dela foi uma forma da Cufa evitar publicidade negativa.


