
“Com a cogestão, as prefeituras e associações regionais podem adotar regras menos restritivas, equivalentes às da bandeira vermelha”, disse o governador Eduardo Leite.
Diante da alta pressão sobre o sistema de saúde, a bandeira preta deverá seguir por mais algumas semanas. Em entrevista à Rádio Gaúcha, o governador Eduardo Leite afirmou que isso é provável,
“O número de pacientes com a doença em UTIs era de 800 há um mês. Agora são 2 mil e 500. É uma pressão muito forte. Isso vai significar que o Estado entre abril com bandeiras pretas”, disse.
O que o governo estuda é a retomada da cogestão na próxima semana, que significa gestão compartilhada entre Estado e municípios. Neste modelo, as prefeituras e associações regionais podem adotar regras menos restritivas, equivalentes às da bandeira vermelha.

Prefeito Tiago 
Cristina Cardoso – presidente do Centro Empresarial de Santiago
O Centro Empresarial fez carreata pedindo a volta da Cogestão, o que foi reforçado pelo prefeito Tiago Gorski em pedido ao governador por meio da AM-Centro e Famurs (entidades que unem municípios).
O prefeito se mostrou esperançoso ao falara para a rádio Nova Pauta hoje pela manhã. Ele também elogiou o serviço feito na saúde e o esforço das equipes de frente. Lembrou que o GHS conquistou mais 5 respiradores junto ao Estado.
Cristina Cardoso, presidente do Centro Empresarial, disse que comércio não faz aglomeração e os empresários são os primeiros a derem exemplos.
“É possível elevarmos as restrições da bandeira vermelha, que é o limite de até onde podem ir os prefeitos na cogestão. Significa termos uma possível retomada de atividades na semana que vem, mas com restrições bastante fortes”, disse o governador.
Além disso, está mantido até final de março a restrição geral de atividades às 20h (até as 5h). Possivelmente, estenderemos isso aos fins de semana”, afirmou. (Zero Hora)



