
Todo o governo precisa ter oposição; até que ponto o nosso tem? Lula Acrescentou algo ou só tumultuou as coisas?
(por João Lemes)
A revista Crusué publicou que, ao ser beneficiado por uma espantosa decisão do STF, Lula volta ao jogo posando de inocente, como se os desvios bilionários do petrolão nunca tivessem existido.

Em seu discurso, somou todos os pontos negativos de Bolsonaro e semeou seu ponto de vista atrás de um difícil (mas não impossível) remonte do PT.
Em um discurso de duas horas, faltou tempo (ou ele não soube ou não quis mencionar) para abordar os esquemas que quebraram a Petrobras.
Esperto, disse que não guarda mágoas, querendo se autocomparar a Mandela. Quem vê, acredita nessa ausência de rancor, porém, levando em conta o ditado quem apanha não esquece, Lula vem sim com sangue nos olhos. Portanto, a disputa 2022 já começou, o que nem de longe é bom para o Brasil. Não agora.

Por outro lado, Bolsonaro sentiu as cutucadas e passou a não negar mais a vacina, colocou um globo terrestre na mesa e até arrisca usar a máscara de quando em vez. Também mandou embora o campeão em logística chamado Pazuello.
Como todo o governo sem oposição, o nosso corre o risco de se tornar medíocre, quase miserável. Então, a volta de Lula não foi tão ruim assim. Vejamos os próximos episódios.



