
O posicionamento é contrário ao anterior, divulgado ano passado, quando a entidade defendeu a “autonomia do médico”
A Associação Médica Brasileira divulgou boletim condenando o uso de remédios que fariam parte do tratamento precoce, mas sem comprovação científica.
“Reafirmamos que, infelizmente, medicações como hidroxicloroquina/cloroquina, ivermectina, nitazoxanida, azitromicina e colchicina, entre outras, não possuem eficácia científica comprovada no tratamento ou prevenção da covid, quer seja na prevenção, na fase inicial ou nas fases avançadas dessa doença. Portanto, a utilização desses fármacos deve ser banida”, diz a associação médica.
Em julho de 2020, a AMB divulgou nota na qual afirmava a inexistência de “estudos seguros, robustos e definitivos sobre a questão”. À época, a AMB declarava: “O derby político em torno da hidroxicloroquina deixará um legado sombrio para a medicina brasileira, caso a autonomia do médico seja restringida”. (Zero Hora)



