
A médica convenceu as famílias a aderirem ao tratamento não previsto nos protocolos
Todos esses casos ocorreram entre segunda (22) e esta quarta (24), evoluindo de quadros clínicos graves e estáveis para o falecimento após o início dos tratamentos experimentais ministrados pela médica Eliane Scherer.
Os protocolos clínicos da instituição preveem apenas a prescrição da hidroxicloroquina pela via oral, mas Eliane passou a aplicar a técnica experimental da nebulização. (Zero Hora)
A direção do hospital evita fazer conexão direta entre as mortes e o tratamento alternativo, mas admite que a técnica degrada a saúde dos doentes.
Camaquã fica a 120 km de Porto Alegre.



