
Foi em Alecrim (perto de Santo Cristo – fronteira com a Argentina). Um homem de 69 anos recebeu prescrição para fazer quatro sessões de inalação. A família diz que não autorizou o médico Paulo Gilberto Dorneles e fez denúncia ao Ministério Público alegando que a medicação fez piorar o quadro de saúde do paciente. O médico diz que não havia UTI e por isso aplicou a nebulização. Profissionais alertam para os efeitos adversos, como taquicardia.
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O tratamento não tem eficácia comprovada e é considerado experimental por não constar nos protocolos do Ministério da Saúde.



