
A mudança no perfil de casos e óbitos e o “rejuvenescimento” da pandemia são os principais fatores de risco. Soma-se o fato de RS, Rondônia, Amapá, Tocantins, Espírito Santo, Santa Catarina, Mato Grosso e Distrito Federal serem apontados como os de maiores taxas de contaminações.
Até agora, os maiores aumentos de casos e óbitos foram registrados nas faixas de 30 a 59 anos. O maior crescimento foi na faixa dos 30 aos 39 anos (1.218%) seguido da faixa dos 40 aos 49.
No caso do aumento do número de mortes, chama a atenção o crescimento de 872% na faixa dos 20 aos 29 anos e de 813% dos 30 aos 39.
Esta mudança no perfil de casos e óbitos contribui para o aumento da pressão sobre o sistema de saúde, potencialmente prolongando o tempo médio de internação. E já que se trata de uma população com maior circulação, é importante considerar o potencial de transmissibilidade. O novo boletim destaca que a combinação destes fatores “requer atenção dos gestores para uma intensificação da adoção das medidas de mitigação, como as de distanciamento físico e social”. (Zero Hora)



