Independentemente da corporação a que serve, o ideal de justiça e retidão é perene no cotidiano de cada policial
(por ANDERSON BITTENCOURT) Mais que simples designações dadas por dicionários de língua portuguesa, “policial” não é apenas aquele (a) que faz parte de corporação policial. São homens e mulheres que escolheram como profissão defender a sociedade, mesmo com o risco de sua própria vida.
A missão constitucional dada às polícias ultrapassa a existência corpórea do texto legal, e atinge o íntimo de cada membro das corporações. Uma missão árdua que exige determinação e muito zelo. E, além disso, disposição a fazer tudo aquilo que outras pessoas, muitas vezes não seriam capazes. Tarefas por vezes consideradas impossíveis, mas que são materializadas nas mãos de um policial.
Independentemente da corporação a que serve, o ideal de justiça e retidão é perene no cotidiano de cada um. Esforço que se reflete no sorriso ou no “muito obrigado” de um cidadão, que teve a atenção de um policial quando solicitado.
Enfim, muitos chamam de heróis, pacificadores, outros de guerreiros, porém o certo é que em sua individualidade e em sua essência, o policial constitui um ser sem igual, e juntos constituem uma massa invencível disposta a garantir não somente a soberania estatal e a ordem pública, mas defender a vida de cada cidadão que deposita nele e nas instituições toda sua confiança.
(Autor: SD ANDERSON BITTENCOURT FLORES.
JORNALISTA PROFISSIONAL –18.191/RS) (foto: SD, Mayara)




