
A previsão traz um atraso de quatro meses em relação ao que foi previsto pelo ex-ministro Eduardo Pazuello, que estipulava que em maio os grupos prioritários seriam concluídos. Questionado sobre o motivo da mudança, Queiroga afirmou que não se deve ficar “contando dose de vacina”. Segundo ele, atrasos nas entregas de fornecedores como o consórcio Covax Facility, da OMS, e problemas nas remessas de insumos utilizados na produção atrapalharam o cronograma.



