
Para o ministro da Economia, longevidade é insustentável para os cofres públicos
O ministro da Economia afirmou que não foi a pandemia que tirou a capacidade de atendimento do setor público, mas sim “o avanço na medicina ” e “o direito à vida”.
“Todo mundo quer viver 100 anos, 120, 130 “, disse. Segundo ele, “não há capacidade de investimento para que o Estado consiga acompanhar” a busca por atendimento médico crescente.
De acordo com o ministro, o Estado “quebrou” e, diante da escassez de recursos do sistema de Saúde , o setor público não terá capacidade de atender à demanda crescente por atendimento da população.



