
Associações e sindicatos ligados aos caminhoneiros voltaram a se mobilizar para reivindicar melhorias nas condições de trabalho.
Segundo o diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística, Carlos Alberto Litti, se a categoria avaliar que a situação não é ideal, só tem um caminho: a greve. O presidente da Associação Brasileira de Condutores, Wallace Landim, disse que “as promessas feitas pelo governo Bolsonaro não foram cumpridas”.O dirigente destacou que o litro do diesel está na média de 4,20 e que o estopim da greve de 2018 foi o valor em R$ 2,83.




