Paulo Ferreira e mais 12 pessoas foram condenadas pelo juiz Sérgio Moro por envolvimento em um esquema que movimentou 20 milhões em propinas ligadas à licitação para a ampliação do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), da Petrobras. As obras custaram mais de um bilhão. Paulo Ferreira era deputado federal e tesoureiro do PT. Ferreira foi condenado a nove anos e 10 meses por lavagem de dinheiro e associação criminosa.
Ele já havia sido preso em julho de 2016, mas em fevereiro de 2017 acabou solto após pagar fiança de 200 mil. Sua defesa diz que ele vai recorrer.



