
O novo aumento no gás de cozinha é anunciado para 1º de setembro. Desde o início do governo Bolsonaro o gás de cozinha acumula alta de 66% e se consolida como vilão do orçamento de famílias de baixa renda.
Em Santiago e região, o preço médio do botijão é R$ 105.
O Brasil está passando por uma crise financeira e sanitária. A atual situação gera impactos diretos no bolso do trabalhador e os preços seguem aumentando. Desta vez, o aumento será no gás de cozinha. Segundo o Correio Braziliense, haverá uma alta de 7% para que seja possível cobrir as altas de custos da inflação e para que exista a possibilidade de aumento salarial dos funcionários filiados ao Sindicato a Empresas Transportadoras e Revendedoras de GLP do Distrito Federal.
O aumento vale para dia 1º de setembro. O sindicato afirma que o aumento não parte da Petrobras, mas das distribuidoras. Porém, antes do novo aumento, a Petrobras já havia feito um reajuste no mesmo percentual em agosto.




