
Em Alegrete, o movimento de caminhoneiros ganha adesão na BR 290, mas de forma pacífica.
Balanço do Ministério da Infraestrutura, divulgado na madrugada aponta que havia pontos de concentração em rodovias federais de 15 Estados.
Até o início da manhã desta quinta, 9 havia pontos de concentração na Região Central, Vale do Rio Pardo, Vale do Caí, Fronteira Oeste, Serra e Litoral Norte.
Em Santiago não falta combustível. O preço da gasolina varia de 6,17 a 6,56, dependendo se for a vista a prazo.

Região Central
Nas rodovias federais, havia bloqueio total no km 415 da BR-153, em Cachoeira, mas a liberação ocorreu às 9h30min.
A Polícia Rodoviária Federal informa que há bloqueio no km 415 da BR-153, em Cachoeira, além de pontos com “pequena movimentação de manifestantes e abordagem de caminhões”. A intenção da polícia é garantir a segurança e permitir passagem a quem precise circular.
Em Candelária, cerca de 70 manifestantes abordam caminhões na RS- 287. Não há interdição total. Segundo o Comando Rodoviário, o grupo convida caminhoneiros a participarem da mobilização, mas libera a passagem dos veículos após 15 minutos. (Fotos: Zero Hora)
As manifestações tiveram início após os atos de 7 de Setembro, convocados pelo presidente Bolsonaro. Ainda que exista a intenção de alguns de dar seguimento aos bloqueios, a categoria diz estar “confusa” e se divide.
Divisão da classe
Parte dos representantes diz que não recomenda a participação nos atos e que a orientação para a iniciativa vem do setor do agronegócio e de lideranças políticas.
Bolsonaro recua
Diante da mobilização em 14 Estados, Bolsonaro gravou um áudio pedindo aos caminhoneiros que liberem as estradas. Bolsonaro trata os caminhoneiros como “aliados” e diz que a ação “atrapalha a economia”. OUÇA O ÁUDIO



