…sobre carne apreendida
Na edição de 05/07 foi publicado que um homem fabricava salame em casa sem a documentação e licença. E que devido a este fato, a Vigilância Sanitária de Santiago incinerou a carne, o homem foi preso após o não pagamento de fiança. Um leitor mandou um e-mail para o Expresso explicando que a carne foi enterrada: “Uma pessoa, ao deixar o filho na escola, viu que um caminhão frigorífico descarregava carne em uma casa e avisou a polícia, a qual verificou que o proprietário fabricava salames. A Vigilância Sanitária, na falta da nota fiscal e vendo o carimbo da inspeção borrado (não sendo possível a visualização) chamou um veterinário que fez a análise e se recusou a assinar uma declaração de que ela estaria boa para consumo humano. Com isso, a carne foi levada ao aterro sanitário e enterrada, pois em Santiago não há incinerador.


