
Sete em cada 10 piranhas capturadas na bacia do Rio Jacuí, em Cachoeira do Sul, têm condições de reprodução. O estudo é da Defesa Civil do município e demonstra que a espécie invasora de adaptou à região e encontra facilidade para se disseminar por todo o sistema fluvial do Estado.
Um relatório mapeando a presença a presença das palometas nos afluentes do Jacuí demonstrou o que as autoridades ambientais já suspeitavam: sem enfrentar um predador natural, as piranhas vermelhas de água doce se multiplicam rapidamente por lagos, rios e lagoas gaúchas, ameaçando a tranquilidade de banhistas no próximo verão.

Do total de 277 exemplares capturados, 73% tinha ovas, ou seja, plenas condições de reprodução. Mais da metade (58,84%) foi localizada no próprio Rio Jacuí, mas relatos de pescadores e da comunidade ribeirinha também apontaram a existência dos animais no Arroio Vacacaí (37,54%), no Arroio Botucaraí (1,44%) e em outros seis açudes das redondezas (2,16%). (Zero Hora)
Na região – Em verões passados o Ibicuí e outros rios também registraram essas piranhas em vários locais de banho, como os de São Chico e Rosário.



