
Na decisão em que autorizou a quebra de sigilos bancário e fiscal do vereador Carlos Bolsonaro, o juiz Marcello Rubioli (do Tribunal de Justiça do Rio), avaliou os dados apresentados pelo Ministério Público e escreveu ao longo de 79 páginas que verificou “indícios rotundos de atividade criminosa em regime organizado” e que “Carlos Bolsonaro é citado diretamente como o chefe da organização”.
A Promotoria investiga a existência da prática de rachadinha, entrega ilegal de salários dos assessores, e da nomeação de pessoas que eram “funcionários fantasmas” no gabinete de Carlos.
A quebra de sigilo foi autorizada contra Carlos, Ana Cristina Valle, segunda mulher do presidente Bolsonaro, e outros 25 investigados. (Fonte: Juliana Dal Piva – UOL)



