
Hoje Marlon Santos é deputado federal pelo PDT-RS. Ele respondeu ao processo por exigir “contribuições” dos funcionários de seu gabinete.
O Tribunal de Justiça do RS manteve a condenação em segunda instância do ex-presidente da Assembleia por exigir o pagamento de parte dos salários dos funcionários de seu gabinete, as famosas rachadinhas. Ele afirmou que irá recorrer.
O deputado exigiu que seus assessores fizessem contribuições
Segundo a sentença, ficou “plenamente demonstrado” que o deputado exigiu que os seus assessores fizessem “contribuições” de parte dos salários e de eventuais verbas indenizatórias, sob a ameaça de exonerá-los. Ele foi multado com 10 vezes o último pagamento recebido como deputado e foi determinada a perda do cargo público e a suspensão dos direitos políticos.



