
Uma paralisação em 1º de novembro é encarada como inevitável diante da alta dos combustíveis e de frustração após dois anos de reuniões com o governo, afirmou o deputado Nereu Crispim (PSL-RS), presidente a Frente Parlamentar Mista em Defesa do Caminhoneiro Autônomo.
O deputado preside o grupo parlamentar com mais de 200 deputados e 20 senadores e também é uma das lideranças da categoria nas negociações com o governo. Ele afirma: “O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, principal integrante do Executivo a conversar com os caminhoneiros, já não é considerado mais um bom interlocutor”.



