A manobra tem o intuito de garantir imunidade ao presidente após as eleições
Aliados de Bolsonaro no Congresso estariam articulando uma operação para blindar o presidente caso ele não seja reeleito em 2022 . A ideia seria torná-lo senador vitalício para que ele tenha imunidade parlamentar.
Para viabilizar a ideia, o centrão (partidos consideardos de centro) estuda uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) criando o novo cargo. Caso a PEC passe, Bolsonaro não seria remunerado nem teria direito a voto, tendo apenas um espaço na tribuna do Senado.
A notícia não foi bem aceita entre outros políticos: “Absurdo! Isso é um escárnio, é rir da cara do povo brasileiro. Quem usou desse artifício foi o ditador Pinochet no Chile para não ser punido por seus crimes”, disse Ivan Valente (PSOL-SP)





É o retrato da safadeza política sendo arquitetada. Homens públicos imundos, sacripantas ordinários.
Se a notícia tiver fundo de verdade, trata-se do descarado jeitinho brasileiro que a engenharia política sempre encontra para agasalhar os seus protegidos.
Agora, para eternizar políticas de curto, médio e longo prazo visando a uma Educação de alta qualidade para que o país tenha profissionais gabaritados para dirigir o Brasil e tirar o país da miséria, aí a arquitetura política mostra-se incompetente.
O povo brasileiro tem de despertar para impedir essas manobras políticas imorais!!!