
Elas são melhores que nós em quase tudo. Só faltava essa
(por João Lemes) A frase não é estratégia sensacionalista, tampouco achismo de WhatsApp. Ela foi dita em entrevista a Universa pelo pesquisador americano Melvin Konner, formado em algumas das melhores universidades dos Estados Unidos, entre elas Harvard, diplomado em medicina, neurociência, antropologia e bioantropologia.
O professor da Universidade Emory atua em pesquisa sobre relações entre homens e mulheres, envolvendo de genética à história e evolução humana. Ele frisa, porém, que limita seu estudo às pessoas cisgênero (Relativo a ou que tem uma identidade de gênero idêntica ao sexo que foi atribuído à nascença)
O pesquisador lançou o livro “Women After All” (“mulheres depois de tudo”, em tradução livre). Na obra, afirma que mulheres são superiores aos homens em vários quesitos e, à medida que passam a ocupar mais espaços de poder, tendem a tornar o mundo um lugar menos violento e mais inclusivo.

As mulheres são melhores em (quase) tudo
“No livro eu digo que as mulheres, em geral, são menos violentas, mais inclusivas, menos agressivas no estilo de liderança e mais preocupadas com as crianças e com o planeta. Também cometem menos crimes sexuais. Há estudos mostrando que governam com mais transparência do que os homens.
A violência está perdendo o sentido
“Ao mesmo tempo, a supremacia masculina está em declínio, já que as características principais do status quo mantido por homens, como agressividade, violência e belicismo, estão perdendo sentido. Mesmo as guerras, hoje se dão por meio principalmente de tecnologia e não de força”, frisa o estudioso.
Autoreprodução
Segundo o pesquisador, num futuro próximo, as mulheres poderão, inclusive, se reproduzir sem a participação masculina. “Mas, felizmente para nós, a maioria das mulheres parece querer nos manter por perto. Os machos se desenvolveram para aumentar a variedade genética da espécie e ainda servimos a esse propósito, entre outros”, brinca Konner. (Fonte: Universa UOL) VEJA AQUI MAIS DETALHES



