
Entre novembro e dezembro houve ações em seis Estados: São Paulo, Rio Janeiro, Ceará, Goiás, Paraná e Santa Catarina.
Nos últimos anos, os falsificadores misturavam óleo de soja, com corantes e aromatizantes artificiais, e vendiam os produtos para redes menores de supermercados e até para restaurantes.
Foram identitificadas 24 marcas vendidadas irregularmente em todo o Brasil. A investigação não envolve marcas de azeites de oliva produzidos com oliveiras nacionais.
Essas marcas faziam o envaze no Brasil, mas nada tem a haver com a produção nacional.
A multa pela adulteração de alimentos pode chegar até 532 mil atingindo os produtos e também os supermercados.
O azeite de oliva o segundo produto alimentar mais fraudado do mundo, atrás apenas do pescado, e considerando o aumento do consumo deste produto na época das festas de final de ano.
Os consumidores devem desconfiar de produtos com valor muito abaixo e ficar atento às características da embalagem, pois o vidro deve ser escuro. Também é bom ver bem a data de envase mais recente. (ZH)



