
O estorninho compete por espaço e pode causar danos agrícolas, lavouras, pomares e ainda pode transmitir doença
O Ibama já confirmou a presença dos estorninhos em municípios na fronteira com o Uruguai, como Bagé e Aceguá.
O biólogo Miguel Ângelo Marini, da Universidade de Brasília, é especialista em ecologia e comportamento animal. Ele explica que o estorninho é uma espécie natural da Europa, Ásia, Oriente Médio e Norte da África.
No entanto, a ave foi introduzida em vários locais do mundo e se adapta muito bem por ter as seguintes características: come de tudo; gosta de ambientes abertos; vive em bandos e põe de quatro a seis ovos por ninhada.
Sobre ameaças às lavouras, ele ressalta que ainda são necessários estudos. Como não há controle para a espécie invasora, o especialista explica que a melhor prevenção é o combate ao desmatamento. (Um só Planeta)




