O jornal O Estado de S. Paulo divulgou que enquanto as empresas transportadoras se movimentam para mudar a tabela do frete mínimo, os caminhoneiros acompanham as negociações em Brasília. Nas redes sociais, os motoristas temem que o lobby dos grandes grupos consiga derrubar a tabela recém-instituída pelo governo. Os caminhoneiros prometem resistir.
“Se essa tabela cair, vai ter uma greve pior que a última. E aí não vai ter negociação, pois eles vão querer provar para o mundo que são fortes, vai ser uma grande revolta”, afirma Ivar Luiz Schmidt, representante do Comando Nacional do Transporte (CNT) e que foi o grande líder da paralisação de 2015. “Tá todo mundo só esperando que a tabela seja derrubada para parar tudo de novo. E, pelo que estou vendo no WhatsApp, pode ter certeza de que isso vai acontecer”, frisou.





