
Falsa viatura usada no ataque ao carro-forte em Guaíba tinha até erro na palavra “Polícia Civil”
Entre outras diligência, a investigação do Deic quer apurar onde adesivos que estampam Ford EcoSport foram produzidos
Criminosos atacaram um carro-forte em Guaíba e fugiram levando armas e dinheiro. Mais de 3 milhões foram recuperados
O grupo abandonou o veículo na ponte sobre o Jacuí e se dispersou no matagal e também em uma embarcação. Três pessoas foram feitas reféns no caminho. Um homem foi obrigado a levar quatro criminosos de barco até a Ilha do Pavão.

Na fuga, os criminosos abandonaram veículo em ponte, roubaram automóveis, fizeram reféns e usaram um pequeno barco para ir de uma ilha para a outra. Durante a perseguição, dois bandidos foram presos, após invadirem uma casa, e dois foram mortos em confronto.
Nesta quinta policiais encontraram o corpo de um dos suspeitos às margens da Ilha do Pavão, com sinais de afogamento. Acredita-se que ele tenha tentado fugir a nado.
As buscas continuam na região das ilhas por um sexto assaltante. Cerca de 80 policiais militares participam da operação, além de lanchas e helicóptero.

Ele é ex-vigilante da empresa que assaltou em 2018
“Detalhe: Quando fiz imagens da prisão dele ontem, dizia que não tinha nada que ver com a história e que a imprensa estaria cometendo injustiça. Segue foto que fiz dele sendo preso. Mais um detalhe. Ele é ex-vigilante da empresa de segurança que ele mesmo atacou em 2018.” Eduardo Matos (jornalista).

Falsa viatura usada no ataque tinha até erro na palavra “Polícia Civil”
Entre outras diligência, a investigação do Deic quer apurar onde adesivos que estampam Ford EcoSport foram produzidos



