
O número de novos casos saltou de uma média diária de 5,7 para 75,9 (para cada um milhão de habitantes) entre a última semana de dezembro e a primeira semana de janeiro.
Conforme o governo do Estado, o aumento expressivo entre 26 de dezembro e 3 de janeiro apenas em parte pode ser explicado pelo atraso de registro no sistema. No texto publicado em seu site, o governo aponta que “o aumento dos números é consequência também do aumento da transmissão”.
“Vivemos um momento que requer muita atenção. A variante delta, que pressionou bastante o sistema de saúde no continente europeu, não nos causou tantos problemas. No entanto, a variante ômicron tem se mostrado bastante transmissível, sendo um potencial perigo ao Rio Grande”, disse o governador Eduardo Leite.
O aviso é o primeiro nível de risco do sistema 3 As de monitoramento da pandemia. A emissão desse documento serve como um recado de aumento de perigo para os comitês científicos das 21 regiões do Estado, mas não obriga que os prefeitos adotem medidas de contenção.
Já o alerta, nível seguinte de risco que não foi emitido nesta reunião do gabinete de crise, demanda medidas objetivas para conter a contaminação.



