
Neste mês, foram registrados somente 13mm de chuva, causando prejuízos no setor primário, cujas perdas chegam a 160 milhões de reais, ou seja: 10% do PIB de Santiago. A Emater já entregou os relatórios à Defesa Civil.
De acordo com Dairton Lewandovski, coordenador da Emater, a soja foi a que registrou as maiores perdas, de 20% do total de área plantada de 55 mil hectares, chegando a quase R$ 100 milhões.
O milho – Com uma área plantada menor, teve um percentual de perda maior, de 55% do total de 2.100 hectares, resultando em R$ 8,5 milhões.
Houve perdas no plantio de milho silagem, fumo, feijão e pêssego.
Pecuária – as perdas chegam a R$ 48 milhões nos bovinos de corte de R$ 230 mil nos bovinos de leite. O gado sofre com a perda de pastagem, o que já resulta em redução de ganho de peso de 8% e redução de prenhez de 12%. A falta de chuva reduz os açudes a quase nada.
Leite – As perdas estão em 20%.
O levantamento da Emater serve para embasar o decreto de emergência, que os produtores aguardam, considerando medidas que o município pode tomar para ajudar, além das possibilidades de renegociação de dívidas e outras situações.
Capão do Cipó respira melhor

A redação verificou algumas lavouras às margens da 377 onde se vê uma soja mais viçosa ou em virtude da irrigação ou pelas melhores chuvas (em torno de 60mm em um mês). Esse milho da foto já está sendo colhido e demonstra boa produtividade, já que foi plantado mais no cedo.





