
Santiago – A falta de chuvas tem afetado, e muito, a barragem, que está baixando (em média) 5 cm por dia. O nível já está abaixo dos 7 metros, faltando bem pouco para atingir o nível crítico (5 metros).
A Defesa Civil do município e a coordenadoria regional estiveram vistoriando o reservatório e o 3º Lajeado, que seria um plano B para ajudar no abastecimento. No entanto, a situação do riacho também é dramática, pois está praticamente seco.

Nesta segunda (21/2), o prefeito Tiago Gorski fez uma reunião com o gerente Lusardo Parize, o superintendente Maximiliano Moraes, vereadores e lideranças comunitárias.
Todos ouviram as propostas para garantir o abastecimento e o prefeito cobrou a apresentação de um plano de contingência com soluções imediatas.
Um novo encontro ocorrerá nas próximas semanas para ver o que foi feito de concreto. Entre as possibilidades abordadas na reunião: abertura de poços artesianos, bombear água de um açude perto da sede campeira do Coxilha de Ronda.
Por ora, a Defesa Civil seguirá com a fiscalização e campanhas contra o desperdício de água.

A ampliação que não deu certo
Em 2020, o superintendente esteve em Santiago para anunciar, após estudos técnicos, uma obra provisória e que ampliaria a capacidade de armazenamento da barragem em 12%. Era uma barreira (50 cm) feita com sacos de areia e lona no ladrão da barragem.
Ele garantiu que essa prática é muito usada na agricultura e, em caso de estiagem como está acontecendo agora, o volume a mais seria suficiente para abastecer a cidade por mais 30 dias. A tentativa falhou e mato tomou conta do local, como mostra a foto abaixo registrada por Cassal Brum.





Como morador de Santiago e usuário da água acho o que deveria fechar o ladrão, com concreto armado e deixar comportas manuais pra liberar o excesso de água manualmente, depois aproveita que tá baixo o volume de água onde tu entra a pé 100 metros dentro da barragem pra passar as retrôs da prefeitura e ir afundando mais mas bordas deixar maior onde consiga armazenar muito mais água. Mas isso gera custos e a prefeitura não quer 🤦