
Os reajustes já começaram a ser repassados aos supermercados
Houve aumento desde antes da pandemia e vem mais por aí. Nos últimos dias, a Heineken afirmou na divulgação de resultados financeiros que teria que reajuste, pois os custos de produção subiram como nunca. Isso inclui, por exemplo, taxas de energia, preço das latas e garrafas, combustíveis e o frete global. As cervejas dessa marca tiveram reajustes de quase 10% nas últimas semanas, mas o consumo da marca não caiu. Até onde esse movimento se sustenta, não se sabe.
As outras marcas devem subir também. Ainda: os vinhos estão com alta de preços mais intensa do que as cervejas. Subiram o dobro nos últimos 12 meses, segundo o IBGE.
CARNE – Os cortes usados no dia a dia tiveram aumento de 20% nos últimos 15 dias: coxão mole, patinho, coxão de fora e alcatra. Já os cortes nobres (filé mignon, picanha e maminha) que estavam muito altos no final do ano, baixaram agora.
O preço da carne comprada da região Centro-Oeste subiu bastante em janeiro. De lá, vem boa parte do que o varejo vende para os gaúchos, já que há vantagem tributária em relação à carne gaúcha. O custo de produção tem sido apontado como motivo de alta ou de queda menor. Mas, no mês passado, a exportação de carne disparou, especialmente com a retomada das compras pela China. (Fonte: Giane Guerra – ZH)



