
Putin autoriza operação militar no leste da Ucrânia. Há invasão e explosões em várias cidades, incluindo a capital Kiev
(Adaptação do texto de JAMIL CHADE – UOL) – A decisão do presidente Bolsonaro (PL) de visitar a Rússia na semana passada entrará para a história da diplomacia presidencial brasileira como um dos maiores equívocos cometidos por um chefe de estado. Os ataques conduzidos pelo presidente russo Vladimir Putin contra a Ucrânia expõem o Palácio do Planalto e, na avaliação de negociadores estrangeiros, isolam Bolsonaro entre o bloco de democracias.

Há uma semana, Bolsonaro desafiou militares brasileiros, uma ala do Itamaraty e a pressão do governo dos EUA e optou por manter sua viagem ao Kremlin. Encurralado e disposto a mostrar que seu governo não iria ceder às pressões do presidente norte-americano Joe Biden, ele manteve a missão, Mas bastou um deslize de sua parte, anunciando “solidariedade” aos russos, para que viagem se transformasse em uma dor de cabeça para a chancelaria.
No governo brasileiro, o argumento é de que Bolsonaro tentou ser recebido pela Europa Ocidental. Mas teve as portas fechadas, inclusive pelo premiê Boris Johnson, no Reino Unido.





