Ela foi criada para que o Brasil tivesse independência nas importações

Agora o Bloqueio à Rússia pode travar a venda da fábrica
Ela foi criada para que o Brasil tivesse independência nas importações. Foram mais de R$ 3 bilhões e meio investidos, mas está inacabada e foi negociada para usar matéria-prima da Rússia
Agora que o Brasil se inquieta sobre o fornecimento de insumos para fertilizantes, porque não se sabe se a Rússia poderá seguir exportando, dadas as sanções econômicas impostas por muitos países.
Há quase um mês, a Petrobras anunciava mais um “desinvestimentos”: a Unidade de Fertilizantes Nitrogenados (UFN3), em Três Lagoas (MS).
Enquanto a Petrobras fazia o comunicado da venda para o grupo russo Acron, a ministra Tereza Cristina festejava que a venda havia sido fechada.
Conforme o site do governo de Mato Grosso do Sul, apenas uma semana depois, o representantes da Acron desembarcaram em Campo Grande para se informar sobre incentivos fiscais para a retomada dos investimentos na fábrica. O vice-presidente da Acron, Vladimir Kantor, chegou a dizer que a intenção era “começar a trabalhar já em julho”.
Duas semanas depois, a Rússia atacou a Ucrânia, gerando risco para o suprimento de insumos para produção de fertilizantes no Brasil. Nesta semana, surgiu a dúvida se o negócio poderá ser concretizado.



