
Em áudios divulgados em março, o ex-chefe ministro da Educação, Milton Ribeiro, admitiu que repassava recursos dando prioridade a prefeitos ligados ao pastor Gilmar, indicado pelo presidente.
Agora foi solicitado, por meio da lei de acesso à informação, a relação das entradas e saídas dos dois pastores no Palácio do Planalto. Após o questionamento, o gabinete de segurança institucional enviou parecer afirmando que “a solicitação não poderá ser atendida, porque a divulgação dessa informação poderia colocar em risco a vida do presidente e de seus familiares“.



