
“Muitos dos que ali estavam são simpatizantes do MST e não admitem que MST é seja identificado como um grupo organizado para invadir propriedade privada”, declarou o deputado Sânderson.
Capão do Cipó – O deputado Ubiratan Sânderson (PL) está em todos os noticiários do Estado a partir de um fato atípico que ocorreu no dia da festa de 22 do município. O jornal Zero Hora foi o segundo a publicar, após nota no portal NP/Expresso.
Deputado não erreda pé do que disse
“Na tarde de ontem, em visita ao município de Capão do Cipó/RS, falando na praça da cidade 500 pessoas num evento alusivo aos 22 anos do município, fiz registro (entre outros registros) de que a Brigada Militar da cidade precisa receber armamento condizente para ter condições de “botar vagabundo do MST, que invade terra, a correr. Que não podem se criar.”

“A partir daí, tive que sair escoltado pela Brigada Militar, ameaçado e xingado por dezenas de pessoas, porque muitos dos que ali estavam são simpatizantes do MST e não admitem que MST seja identificado como um grupo organizado para invadir propriedade privada, o que se constitui em grupo criminoso que age contra a lei invadindo propriedades privadas, etc.”
“Sigo firme defendendo minhas convicções e achando que não tem mais espaço no Brasil pra invasão de terras e quaisquer tipos de abusos praticados historicamente por movimentos como o MST”, destacou o deputado Sânderson.
“Como parlamentar, deveria ter respeito, pois a população teve com ele”
O vereador Ryan Cecchetto (MDB) se manifestou: “Todos ouviram com respeito e aplaudiram o deputado enquanto ele discursava. Então, não havia a necessidade de ele ter ofendido uma classe, por mais que não concorde. Como parlamentar, deveria ter respeito, pois a população teve com ele”.

“E mais: se passam anos sem aparecem os ditos pré-candidatos e em época de eleição, o interior é lembrado. Muitas vezes nem sabem da realidade e acontece o que aconteceu ontem. Por que trazem?”, disse o vereador Ryan Carlos Cecchetto.



