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| Foto: Denilson Cortes. |
Se não chover forte nos próximos dias, não será apenas o calor e as perdas da safra que tirarão o sono dos santiaguenses. A barragem que abastece a cidade já baixou quase quatro metros e se não pouparmos água, o racionamento vai pegar todo mundo. Conforme Rubem Lima, chefe da Corsan em Santiago, a capacidade da estação de tratamento é de 160 litros por segundo e as máquinas trabalham 24 horas por dia para que a cidade não fique sem água. Diariamente, são distribuídos mais de 13 milhões de litros, numa média de mais de 250 litros por pessoa.
Vertentes secas– Embora ainda não tenha uma data certa para implantação do racionamento, é certo que haverá se as chuvas não vierem nos próximos dias. Nesta semana, a reportagem do Expresso esteve na barragem e verificou que todas as vertentes secaram. Isso significa que não tem mais água entrando na barragem. E mais: um cano da grossura de um pneu de carro retira água 24 horas por dia e traz para a cidade. A lógica é simples: de onde só se retira um dia acaba.
Leia a reportagem completa no jornal Expresso desta sexta-feira.



