(J.Lemes)
Não há muito o que falar aqui, embora os ditos nobres (como gostam de se chamar assim) tenham falado às pamparras.
Eles não conseguem gravar outro disco; de início ao fim é a mesma coisa, só muda o motivo das brigas. Começam saudando à mesa, às cadeiras… encerram dizendo: “Tendo esgotado meu tempo, devolvo a palavra à mesa”. (Por que não dizem só muito obrigado?);
E ainda ouvimos “desperdiciciando”, “canelização”, “sáudo”, “taixas”… né, né, né.
E uns ainda dizem: “fiquem de olho no meu tempo, não quero perder nenhum minuto”. Penso que quanto mais eles ganham minutos, mais nos perdemos tempo.
O vereador Macir Ribeiro, o carneador de porco, desculpou-se por não ter ido à Rua do Lazer, dizendo que ajudou apenas financeiramente.
Depois, disse que estava lidando com doença, que foi buscar uma senhora em Rio Grande. Ela havia ido com o neto prematuro e a filha. Como lá na FURGS só dão comida e pernoite pra mãe, a pobre senhora ficou sem ter pra onde ir.
Macir Ribeiro resolveu o caso, indo até lá buscá-la. Nobre atitude, humanitária, só que um vereador não foi eleito pra isso. Quem tem que ajudar essas pessoas é o governo, não os políticos. Me pergunto: até quando isso vai assim?
Quanto aos “nobres” Pelé e Bianchini… bem, estes dois é melhor deixar “quetos”.


