
Um dos trabalhadores que atuam na construção de 30 casas populares acabou fazendo uma denúncia. Ele disse ao Ministério do Trabalho que seus colegas não tinham carteira assinada e estavam em regime parecido com o da escravidão.
A Polícia Federal compareceu e verificou que eram 8 trabalhadores, alguns sem carteira assinada e com situações precárias de alojamento. Porém, conforme fontes consultadas pela redação, quase todos não estavam contrariados, mas que dois acabaram retornando à Bahia e seis ficaram. A empresa Udora Engenharia é de São Paulo e terá que regularizar a situação.
Há pouco o prefeito Gilnei Manzoni recebeu o engenheiro Pedro Guimarães, gerente de contratos da empresa que executa as obras, cujas 30 moradias do Minha Casa minha Vida. Para o prefeito, foi uma surpresa essa notícia. Lamentou e disse que a obra segue. (O delegado falou ao portal GNI)



