
(Por Felipe Domingos-repórter)
Uma cena que, infelizmente, está se tornando cada vez mais presente no mundo do esporte aconteceu em Jaguari. Um fato isolado, mas que deixa todos tristes nos dias atuais. Um dos árbitros que apitava o jogo entre Promorar e Valência, pelo campeonato municipal, disse que foi chamado de “Macaco” por alguém que estava na torcida da equipe do Promorar.
Imediatamente ele parou o jogo e foi até a comissão organizadora para relatar o ocorrido. Os jogadores de ambas as equipes, contrários ao ato de racismo, foram conversar com o juiz, que, após se acalmar, conseguiu terminou a partida. O profissional é natural de Santa Maria e vem para Jaguari nos dias de competição.
Não foi possível localizar quem teria ofendido o árbitro, para uma possível punição. O dirigente de esporte do município, Bruno Cunha (Eré), se manifestou em redes sociais: “É preciso combater o racismo e defender a dignidade humana”, escreveu.
Em tempo: é inadmissível nos dias atuais ter que vivenciar cenas como essa, porém, cabe ressaltar que é um fato isolado que não mancha a imagem da competição, que é muito bem organizada, das inúmeras famílias que lotam o ginásio em dias de jogos e muito menos dos atletas, que a cada ano demonstram um futsal de alto nível para a competição jaguariense. Como já disse, um fato isolado que não pode se sobressair diante de tudo que envolve a competição.
Correção – O jornal Jaguar Regional publicou que o jogo em que o caso de racismo aconteceu havia sido entre Rivera e Promorar, porém, a partida em questão foi entre Promorar e Valência. A equipe Rivera nada tem a ver com o ocorrido.



