
As duas assassinaram Bruno Toledo dos Santos em 7 de agosto de 2019. Elas foram sentenciadas a 19 anos e 11 meses por homicídio triplamente qualificado.
Na noite do crime elas foram à casa da vítima e atearam fogo em Bruno. Segundo o laudo pericial, a morte foi causada por carbonização pela ação direta do fogo. Foi constatada presença de fuligem na traqueia e nos brônquios.
As três qualificadoras: meio cruel (gasolina e fogo), motivo fútil, já que mataram a vítima por envolvimento amoroso de uma delas com Bruno; e mediante traição, pois uma se aproveitou da relação íntima para atrair a vítima à sua casa, onde foi morto.



