
De acordo com investigação, homem de 60 anos omitiu formação superior para se inscrever em curso de Educação de Jovens e Adultos (EJA) e se aproximar de vítimas. Ele também é suspeito de estuprar uma jovem de 18 anos.
O advogado foi indiciado por estupro de uma jovem e por exploração sexual de adolescentes. Na escola (EJA) foram identificadas quatro vítimas. As adolescentes tinham, na época dos fatos, 14, 16 e 17 anos. Uma quarta vítima, com 18 anos relatou que foi estuprada. Os casos teriam se intensificado em 2020, mas ocorreriam desde 2019. O advogado convidava as jovens, todas integrantes de famílias de baixa renda, à casa dele, com pretexto de fazer faxinas ou até mesmo trabalhos de aula. Depois, oferecia dinheiro e presentes em troca de favores sexuais.
O nome do indiciado não foi divulgado pela polícia para não expor a escola e as estudantes).
A polícia chegou a pedir a prisão do suspeito, mas a Justiça indeferiu. O investigado não possuía antecedentes criminais. Se condenado pelos delitos apresentados no inquérito, ele pode pegar pena de seis a 10 anos de prisão pelo estupro e de quatro a 10 anos pela exploração sexual.



