
“O Conselho Tutelar não retira criança para dispor a adoção sem legitimidade”
Santiago – Em função de alguns boatos envolvendo uma mãe e seu filho recém nascido em situação de vulnerabilidade, a conselheira Marisa Minuzzi prestou esclarecimentos. Ela informa que o Conselho Tutelar não retira criança para dispor a adoção sem legitimidade.
No caso mais recente, em que uma mãe (menor de idade) não tinha as adequadas condições de manter seu bebê em casa, a rede de atendimento fez amplo trabalho para que a família se estruturasse para o retorno da mãe e do seu filho ao lar. O que já ocorreu. Os dois estão na casa da bisavó muito bem cuidados. É importante dizer que tudo é feito sob a orientação da Promotoria e do Judiciário.
“As pessoas devem entender que o nosso trabalho é árduo”
Diz a conselheira: “As medidas foram para colocar um bebê prematuro em segurança, juntamente com a mãe, a qual aceitou todas as orientações, pois ela também quer o melhor para seu filho”, frisou, lembrando ainda que “medidas judiciais são tomadas para quem expõe crianças e adolescentes indevidamente em redes sociais”.
“Peço que as pessoas entendam que nosso trabalho é árduo”
Sempre defendemos que a criança, o adolescente devem ficar com a mãe, com o pai, enfim, com os responsáveis ou com a família extensa, mas em segurança, longe do álcool, drogas, negligências ou outros perigos”, esclareceu.

Promotor confirma a versão da conselheira
A redação também ouviu o promotor Denis Gustavo Gitrone, o qual confirmou a versão da conselheira, assegurando que a criança está em ótima situação de saúde e de cuidados pela mãe e pela bisavó.
Ele acrescentou que situações como essa são constantes, ainda mais no pós-pandemia. Destacou que a obrigação em denunciar abusos, maus-tratos e vulnerabilidade é de todos e que a divulgação de nomes não ajuda em nada. Pelo contrário; apenas atrapalha o trabalho sério dos órgãos envolvidos e prejudica ainda mais as possíveis vítimas, as quais todos devemos proteger.



