
Todos os candidatos do Brasil aceleram os trabalhos na reta final para as eleições de outubro. Faltam 20 dias para a grande data.
(por João Lemes) Como é costume do brasileiro deixar tudo para a última hora, muitos ainda não sabem o número dos seus candidatos. Então, é importante que os candidatos façam nessa divulgação em sues programas de rádio e TV.
Propaganda do Sete de Setembro
A Justiça proibiu o presidente Bolsonaro de usar as imagens do Sete de Setembro em suas campanhas de rádio e televisão. A pena para isso é uma multa de 10 mil. Isso não afeta em nada a campanha Bolsonaro, até porque ele já usou essas imagens e pode até seguir usando, já que a multa é muito pequena para quem já tem 20 milhões do fundo eleitoral na conta.

Topa tudo por dinheiro
Chama a atenção a briga no diretório dos bolsonaristas no Pará. Lógico que tema não podia ser outro que não fosse o dinheiro da campanha. Teve até gente puxando arma. Ficou vergonhoso! Pode acontecer em qualquer partido, só que aconteceu em meio aos que incentivam o uso de armas.

No enterro da rainha
O presidente Bolsonaro deve deixar o país rumo a Londres, quando participará do funeral da rainha Elizabeth, no dia 19. Quem assumiria a presidência seria o vice Mourão, mas como está em campanha, ficou impossibilitado, assim como os presidentes da Câmara e do Senado. Então, quem assumirá (por pouco tempo) será a ministra Rosa Weber, do STF.
Nos bastidores, a articulação política da campanha de Bolsonaro enxerga a ida ao funeral de Elizabeth II como um ponto positivo na melhora da imagem do presidente, reforçando sua presença no cenário internacional e fazendo um contraponto à figura do ex-presidente Lula.

A Rosa é a Rosa
Falando em Rosa Weber, é muito bom que uma mulher assuma o comando do STF, esse órgão que vem sendo tão criticado, cujos ministros, a cada dia abrem uma polêmica, seja rebatendo críticas dos bolsonaristas ou também causando danos em suas entrevistas. É momento de pacificação. É momento de harmonia entre os poderes.
Moderada
Nos bastidores do Supremo Tribunal Federal ninguém tem dúvida de que a gestão da ministra Rosa Weber será marcada pelas características que sempre pautaram sua atuação: moderação moderação e discrição. A ministra, que assume hoje a presidência do tribunal, é conhecida por evitar entrevistas e declarações públicas.
Alexandre de Moraes
O holofote para assuntos relacionados à política e às eleições deve recair sobre seu colega Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Que, embora também venha adotando uma postura mais discreta, personifica há tempos o embate com o presidente Bolsonaro.



