(J.Lemes)
Hoje o prefeito e secretários, estudantes estão na frente da prefeitura de Santiago, num lugar chamado (só pelos locutores como o Jones Diniz) de Largo 4 de Janeiro. Eu digo na frente da prefeitura mesmo, como o resto do povo diz…, Diniz!
Os avanços são muitos, já que notamos escolas, como o Colégio Medianeira fazendo parte do programa. A imprensa também ajuda e divulga e aos poucos a comunidade vai se inteirando do que é o Cidade Educadora – uma proposta de mudanças para melhor, que deve ser vista gradualmente, seja no trânsito, na educação, no empreendedorismo…
Muitos ainda não sabem que o projeto é pra melhorar, e não significa que não temos coisas erradas, porque se fosse tudo certo, Santiago não estaria no programa, não é mesmo? Mas todo o avanço só é avanço se você começar. E você, leitor, já começou? Ou vai deixar tudo para o poder público, ou seja, para todos nós?
Você está separando seu lixo? Está andando de bicicleta no lugar certo, e não pelas calçadas? Estaciona em fila dupla pra deixar o filho na escola ou vai mais à frente e encontra a vaga? Você pensa que faixa de segurança é para bonito ou para cada vez que vê alguém sobre ela?
E o Poder público? Na Câmara a gente sabe que lá cada um puxa pro seu lado, pro seu interesse, não é Bianchini? Mas em algumas coisas o Bianchini tem razão; cadê as calçadas, e mais, cadê a fiscalização? Olhem o que disse este menino de 15 anos:
“De que adianta fazer calçada pra cego no centro da cidade e nas outras partes todo mundo tropeçando nas que ninguém cuida”, João Henrique Lemes – estudante.
E este leitor:
“A fiscalização é quase inexistente, basta olhar as nossas calçadas. Muitos constroem rampas de garagens, escadas e um monte de tranqueira que impedem o trânsito de pedestres, estes, por sua vez, são obrigados a andar na rua se arriscando em meio aos carros, sem falar das pessoas com deficiência que ja passam muita dificuldade na vida. A fiscalização municipal permite que essas coisas sigam acontecendo como se fossem normais”. (sem identificação).



