
O crime ocorreu em agosto. A polícia acredita que conselheiro ajudou executores do homicídio a deixarem o local. A polícia acredita que o homem retirou, com seu carro particular, os demais suspeitos do local após eles incendiarem o veículo com a vítima dentro. A polícia cumpriu mandados na casa que teria sido usada na tortura da vítima.



