A Justiça Federal acatou pedido do Ministério Público de que Silvinei Vasques usou indevidamente o cargo ao pedir votos para Bolsonaro

Rio – Apesar de ter tornado Vasques réu por improbidade, o juiz não acatou a solicitação de afastamento do diretor-geral do cargo. O juiz aguardará ele retornar das férias para ouvi-lo antes de tomar uma decisão.
O Ministério Público deve recorrer sobre o afastamento, pedindo que seja reduzido o prazo para o diretor-geral se manifestar. Vasques estará praticamente fora do cargo se usar todo o período a que tem direito, já que ele não seguirá no comando da PRF no governo Lula, o que tiraria qualquer efeito prático do pedido de afastamento.



