Segundo militares, pedidos feitos por manifestantes fogem da alçada constitucional.

Numa reunião que durou duas horas, no Palácio da Alvorada, o presidente Bolsonaro ouviu dos comandantes da Marinha, Exército e Força Aérea de que é preciso um sinal mais claro aos eleitores que insistem em fazer vigílias na frente de quartéis, com demandas inconstitucionais, como pedido de intervenção militar.
A CNN apurou que os comandantes das três forças são unânimes no posicionamento de que tais movimentos são inócuos. Dois deles teriam acrescentado que “não têm base legal”.
E mais: estariam gerado problemas de segurança e discussões internas dentro das corporações. Uma vez que, segundo fonte que participou do encontro, militares inconformados com o resultado das urnas estariam fomentando os protestos, com a participação de parentes e amigos.



