Progressistas e Republicanos rejeitaram na Justiça falsas alegações de Bolsonaro e do PL sobre fraude na vitória de Lula

Uma derrota eleitoral sempre custa caro, mas o preço fica mais alto para quem não sabe perder. Bolsonaro acaba de ficar órfão de dois dos três partidos que ormaram sua coligação (“Pelo bem do Brasil”).
Os partidos Progressistas e Republicanos registraramTSE sua “discordância” com a decisão de Bolsonaro de não reconhecer a vitória de Lula.
Ainda formalizaram repúdio à iniciativa do presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, de usar o sistema judiciário para legitimar falsas suspeitas de fraude.
O Progressistas é liderado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira, e pelo chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira.
O Republicanos é vinculado à Igreja Universal do Reino de Deus, dona de uma das mais eficientes máquinas eleitorais montadas por congregações evangélicas.
A manifestação desses dois partidos na Justiça provocada pela multa de R$ 22 milhões imposta pelo juiz Alexandre de Moraes ao trio de aliados eleitorais de Bolsonaro, por “litigância de má-fé”.
Em nome da coligação, Costa Neto, do PL, apresentou à Justiça Eleitoral “indícios” de fraude em cerca de 60% das urnas eletrônicas. Pediu a anulação da votação nessas urnas, em vitória de Bolsonaro com 51% dos votos.
Ele restringiu o pedido ao segundo turno da eleição, embora as mesmas urnas tivessem sido usadas no primeiro turno, quando o PL elegeu a maior bancada da Câmara (99 deputados) e do Senado (14 senadores).
Progressistas e Republicanos alegaram rejeição às teorias conspiratórias de Bolsonaro e de Costa Neto sobre a vitória de Lula. ( Revista veja)



