
Rio Grande – A operação, que vasculhou os quatro pavilhões do presídio, parte de uma investigação que começou há três meses e apontou que a associação criminosa utiliza principalmente drones para transportar celulares, carregadores e drogas para dentro do presídio. Foram cumpridos 58 mandados de busca e apreensão e apreendidos 25 celulares, 25 facas artesanais e cerca de R$ 17 mil em dinheiro, além de quantidades de crack e cocaína. A investigação do MPRS apura a existência de uma associação criminosa dentro da prisão, que também estaria por trás do aumento da violência na região.
Para os promotores, o “delivery aéreo de drogas e outros materiais ilícitos” facilita o tráfico no interior e fora da penitenciária, além do ordenamento de demais crimes na cidade, que vive uma onda de violência. (G1 RS)



