“Não vamos achar que o mundo vai acabar em 1º de janeiro, não tem tudo ou nada”, disse.
O presidente fez transmissão ao vivo nas redes sociais a um dia de deixar o cargo
Durante a live, afirmou que “nada justifica” a “tentativa de ato terrorista” em Brasília, em referência à bomba encontrada no último sábado (24) próximo ao aeroporto da capital federal.
George Washington de Oliveira Sousa, preso como responsável pelo artefato, é apoiador de Bolsonaro e participava dos atos antidemocráticos que contestam a vitória de Lula. Apesar disso, o presidente reclamou de quem atribui a “bolsonaristas” alguns atos de violência política registrados no país.
“Hoje em dia, se alguém comete um erro, é bolsonarista. O elemento que foi pego, graças a Deus, que não coaduna com nenhuma situação, mas classificam como bolsonarista. É o modo de tratar”, completou.
“Dois meses calado”
Na abertura da live, após semanas sem transmissões, Bolsonaro afirmou que “foi difícil ficar dois meses calado, trabalhando para buscar alternativas” após a derrota nas urnas. Ele disse ainda que está “previsto” que Lula assuma a Presidência.




