
O coronel Adriano Camargo Testoni, 56 anos, foi exonerado dois dias após ser flagrado xingando as Forças Armadas enquanto participava de protestos que terminaram em vandalismo no último domingo (8/1), em Brasília.
Ele estava acompanhado da esposa, a farmacêutica Evelise Rodrigues da Silva, 43, e foram expulsos da Esplanada por bombas de efeito moral jogadas pelas forças de segurança.
A exoneração consta na edição do Diário Oficial da União. Apesar de ser da reserva, Adriano trabalhava no Hospital das Forças Armadas (HFA), em “tarefa de tempo incerto”, na Assessoria da Divisão de Coordenação Administrativa e Financeira.
A exoneração se deu por cessarem “os motivos de sua nomeação ou, a qualquer tempo, por interesse da administração”.
“Bando de generais FDP. Vão tudo tomar no c*. Vanguardeiros de merda. Covardes”, afirmava ele, enquanto fugia das bombas de efeito moral disparadas pela PM.
Formado na Academia Militar das Agulhas Negras, o coronel da reserva trabalha atualmente no Hospital das Forças Armadas, como assessor da Divisão de Coordenação Administrativa e Financeira. Como militar da reserva, recebeu R$ 15.846,26 líquidos em outubro do ano passado, segundo dados do Portal da Transparência.



