
Oito anos após aprovação da lei, os casos aumentam; a coordenadora da Cepia (Cidadania, Estudo, Pesquisa, Informação e Ação), Leila Basterd, diz que “crime foi intensificado pela pandemia e reflete machismo estrutural e altos índices de violência do Brasil”.
NO ESTADO – Ao menos 106 vítimas foram assassinadas por questões de gênero, segundo o mapa dos feminicídios, elaborado pela Polícia Civil. Em 2021, haviam sido 96 mortes. O aumento é de 10,4%. Muito mais que isso: são 10 vidas a mais que se foram e diversas outras que se modificaram em tragédias familiares.
Em 2018, haviam sido investigados e confirmados 116 feminicídios. No ano seguinte, o Estado tinha registrado 97 casos. Em 2020, eram 80 o número de vidas perdidas para este tipo de violência.



